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Em Cabo Verde, formando cooperadoras e cooperadores nas comunidades de Ribeira dos Saltos

No âmbito do acordo assinado com o Poser – Programa governamental para a Promoção das Oportunidades Sócio-económicas Rurais, de 1 a 14 de fevereiro realizou-se na ilha de Santiago em Cabo Verde, a segunda missão de COOPERMONDO.
Com base numa abordagem de tipo participativa de bottom-up, a missão foi organizada a partir de um diagnóstico antropológico realizado da dra Rosa Tolla, deslocada-se para a área rural do Município de Santa Cruz em novembro de 2018. Tendo estabelecido um contato direto com a comunidade de Ribeira dos Saltos, a presença da antropóloga nessa fase foi fundamental para a mediação no campo e para elaborar uma estratégia de trabalho adequada à estrutura social.
Dirigidas pela dra Noemi Spagnoletti, foram realizadas 7 sessões de treinamento usando a metodologia Think.Coop promovida pela International Labour Organization (ILO), através da qual são analisados de forma participativa os princípios cooperativos e como decidir se a empresa cooperativa pode ser vantajosa para melhorar o trabalho e a renda. No caso específico, o manual foi traduzido em português para conseguir na capacitação de 15 técnicos locais, dos quais uma parte teve logo a oportunidade de treinar em crioulo um total de 40 beneficiários (entre mulheres, homens e jovens agricultores).
Em paralelo, a coleta de dados etnográficos estendeu a rede de contatos tecida com as comunidades rurais do município de Santa Cruz. Nesta ocasião, foi dada prioridade ao aprofundamento das condições de trabalho e ao estado de atividade de algumas associações e cooperativas da mesma área. A enorme dificuldade que os produtores enfrentam e que dificulta as condições de trabalho é a falta de água devida à grave seca que afetou o país por cerca de cinco anos. Uma primeira analise dos dados etnográfico evidencia que abordar o problema em grupos constitui um sólido apoio moral para as comunidades rurais.
“Cooperativa é uma oportunidade de transformar uma pequena coisa em uma grande coisa. Unidos somos mais forte!” – agricultor da cooperativa COOPARP.

Coopermondo visita la comunidad de Ortega (Cauca) con la ARN

Coopermondo ha empezado un processo de intercambio de experiencias en materia de cooperativismo y asociatividad en alianza con la Agencia para la Reincorporación y la Normalización (ARN), que se dedica a la reinserción en la sociedad Colombiana de las personas desmovilizadas de los grupos armados al margen de la ley.
La semana del 6 al 12 de febrero Cooperando ha estados en el Cauca donde ha visitado la comunidad de Ortega, conformada por 120 familias dedicadas a la producción café. Fernando Bragado, Coordinador de Coopermondo en Colombia, afirma: «En esta fase de reconocimiento, se están visitando las iniciativas asociativas de Ortega, para identificar oportunidades de fortalecimiento donde sea posible articular las ofertas institucionales». Adicionalmente socializó las experiencias del convenio con el SENA en el departamento del Valle y el impacto que ha tenido en los Campesinos Vallecaucanos.
Durante la visita se realizó un reconocimiento del territorio por parte de los delegados de Coopermondo, representantes de la ARN, el Comité Departamental de Cafeteros y la Organización Internacional para las Migraciones – OIM. El recorrido por la zona fue guiado por Eymer Muñoz, Técnico del Comité Departamental de Cafeteros,  permitiéndoles a los visitantes conocer de cerca los procesos de producción de los 13 lotes de cultivos de café y el trabajo asociativo que se ha adelantado hasta ahora en la comunidad del corregimiento de Ortega.
Además, el recorrido les permitió a los delegados de las diferentes organizaciones, visitar la finca del señor Pedro Quina, uno de los asociados más antiguos de la zona, quien culminó su proceso de reintegración, y hoy en día  ha logrado cultivar junto con sus 4 hijos más de 1.000 plantas de café, logrando ser reconocido en la comunidad por su disciplina y la excelencia del producto. En el territorio se identificó que las hectáreas de los cultivos de café están divididas por familias de personas en proceso de reintegración, a cada una le pertenece entre 1 y 2.5 hectáreas.
La iniciativa comunitaria en Ortega – Cajibío, es uno de los proyectos pioneros en Colombia en el marco del proceso de reintegración, Ángela María Medina, Coordinadora del Grupo Territorial ARN Cauca, manifestó: «El trabajo articulado entre la comunidad y el apoyo de la institucionalidad, les ha generado grandes oportunidades desde el proceso de reintegración que han redundado en beneficios en los procesos asociativos productivos de los caficultores de Ortega».
La ONG italiana, Coopermondo, busca promover el desarrollo económico y social sostenible, mediante la  la creación de nuevas cooperativas a nivel internacional. En Colombia ha firmado 4 convenios con el SENA y ofrece asistencia técnica en la capacitación de formadores en temas de asociatividad, además cuenta con 18 programas piloto en corregimientos del Cauca y el Valle del Cauca.
Teniendo en cuenta la amplia experiencia de Coopermondo en temas de cooperativismo, la ARN, expuso el trabajo adelantado en el corregimiento de Ortega con población en proceso de reintegración, con el fin de intercambiar experiencias y evaluar la posibilidad de realizar un trabajo en conjunto con el SENA, de forma que se logre capacitar a la población y se obtengan resultados más efectivos en términos de producción y asociatividad.
 
(Adaptado desde reintegración.gov.co)

A história de Dolcetto, o abacaxi biológico do Togo

1.300 jovens agricultores, um terço dos quais são mulheres, que cultivam cerca de 500 hectares de abacaxis orgânicos no Togo. Todos não possuem mais de meio hectare de terra, mas juntos conseguiram chegar aos supermercados italianos e garantir um emprego decente em seu país. Como? Através da criação de uma empresa cooperativa, que lhes permitiu organizar-se e enfrentar os mercados com maior força.
Coopermondo trabalha no Togo desde 2012, criando e fortalecendo empresas cooperativas e, junto com o Crédito Cooperativo, através da concessão de empréstimos para agricultura. Entre elas, há também a cooperativa Tsevié, que foi formalizada graças à assistência técnica recebida da Coopermondo. Como ONG do sistema Confcooperative, Coopermondo envolveu Agrintesa e Brio, as duas empresas cooperativas ligadas à distribuição de produtos agrícolas orgânicos, acompanhando um técnico das empresas italianas em uma missão para visitar os campos de abacaxi. Uma vez no campo, ele encontrou algo inesperado: um novo produto nunca visto nos mercados italianos. Um abacaxi diferente do que està acostumado o consumidor italiano. Cultivado de forma completamente biológica, o nariz do empreendedor sentiu o potencial do produto, que já foi testado e hoje é comercializado nos principais supermercados italianos.
Os abacaxis são pagos aos agricultores ao preço máximo que eles receberiam nos mercados locais.
Em abril de 2017, a experimentação começou e os consumidores italianos apreciaram o novo produto. Coopermondo acompanhou os agricultores na melhoria da logística de exportação. A Agrintesa doou novas balanças e fundos para a cooperativa togolesa para melhorar a embalagem. No primeiro trimestre de 2018, estão previstas importações continuadas de abacaxi orgânico de mais de uma tonelada.
“Isso significa criar uma cadeia de fornecimento respeitosa, honesta, transparente e sustentável que gere bem-estar para os cidadãos de seus países de origem”, afirmou o diretor da Coopermondo, Danilo Salerno. “Esta é uma maneira concreta de fazer a nova cooperação solicitada pelo Governo, a Agência Italiana para a Cooperação para o Desenvolvimento e o Ministério das Relações Exteriores: ligar as empresas, os produtores, as ONGs, os governos dos países e a sociedade civil”.

Coopermondo e il gruppo #coops4dev a Kuala Lumpur

Coopermondo, nelle persone del Direttore Danilo Salerno e della Responsabile Comunicazione e Visibilità Camilla Carabini, ha partecipato alla Global Conference e all’Assemblea Generale dell’Alleanza Cooperativa Internazionale tenutasi a Kuala Lumpur dal 14 al 17 novembre in Malesia, per seguire i lavori del gruppo “cooperative per lo sviluppo” #coops4dev.
Tra i numerosi eventi, l‘International Co-operative Development Platform ha celebrato la sua prima riunione e sono state lanciate numerose pubblicazioni sullo sviluppo cooperativo internazionale. Inoltre, durante una sessione dedicata ai partenariati, sono state citate le cooperative come principale attore dello sviluppo per collaborare con rappresentanti delle agenzie delle Nazioni Unite, delegazioni dell’UE, sindacati e altre organizzazioni della società civile.
 
Piattaforma di sviluppo cooperativo internazionale
Il Cooperatives Europe Development Platform, il gruppo di esperti composto da 10 organizzazioni europee impegnate nello sviluppo cooperativo internazionale, è diventato globale. Di fatto, il gruppo si è allargato ed ha creato l’International Co-operative Development Platform (ICDP), una rete di diverse organizzazioni che operano nello sviluppo internazionale in diverse regioni del mondo (America, Asia, Europa e Asia).
Coopermondo è stato uno dei sostenitori e promotori di questa piattaforma quindi è stato un grande successo vederlo finalmente accadere (guarda l’intervista).
Durante la Conferenza Globale, l’ICDP ha tenuto il suo primo incontro ed ha discusso un piano d’azione basato sulle 9 raccomandazioni redatte in occasione del lancio della Piattaforma nel Vertice Internazionale delle Cooperative in Quebec due anni fa. Durante l’incontro, i rappresentanti delle diverse organizzazioni hanno concretizzato le raccomandazioni per avviare e sviluppare ulteriormente il piano d’azione per il 2018.
 
Nuove pubblicazioni sullo sviluppo cooperativo internazionale
Durante la Conferenza, il Cooperatives Europe Development Platform (CEDP) ha lanciato il suo rapporto “Buone pratiche nello sviluppo cooperativo internazionale: perché creare una cultura della condivisione delle conoscenze è fondamentale per il lavoro di sviluppo cooperativo internazionale” inteso a incoraggiare i partenariati tra i membri del CEDP e consentire attori esterni comprendere meglio i vantaggi dello sviluppo cooperativo internazionale come approccio di sviluppo di successo.
Inoltre, nel quadro del partenariato ICA-UE è stata presentata una nuova brochure sull’importanza delle cooperative nello sviluppo “Una questione di principio: le cooperative in fase di sviluppo“. La pubblicazione è il risultato di uno sforzo congiunto tra gli uffici globali e regionali dell’ICA per presentare storie di successo di sviluppo cooperativo che evidenziano l’intrinseca sinergia tra i valori cooperativi e lo sviluppo sostenibile per tutti.
 
Partnership per lo sviluppo
Durante la sessione #coops4dev dal titolo “Costruire partnership per il futuro che vogliamo“, che si è svolta il 15 novembre ed ha visto l’affluenza di oltre 200 partecipanti, è stata evidenziata l‘importanza di promuovere modelli economici alternativi che uniscono la crescita umana a quella economica come prima priorità nell’approccio verso lo sviluppo. Rappresentanti di alto livello dell’Unione europea, Organizzazione internazionale del lavoro, Partenariato CSO per l’efficacia dello sviluppo, Confederazione internazionale dei sindacati e Città Unite delle autorità locali hanno sottolineato l’importanza delle partnership con le cooperative per lo sviluppo internazionale.
 
Ariel Guarco, nuovo presidente dell’ACI
Coopermondo fa le sue migliori congratulazioni ad Ariel Guarco che è stato eletto presidente dell’Alleanza Cooperativa Internazionale. Il signor Guarco è presidente di Cooperar, la Confederazione cooperativa dell’Argentina, ed è sempre stato vicino alle attività di Coopermondo in Colombia e in America Latina.
Il sig. Guarco ha affermato che le sue priorità nell’Alleanza saranno il rafforzamento delle interazioni tra le organizzazioni regionali e settoriali, nonché il consolidamento degli spazi per le questioni di genere e dei giovani. Vuole anche migliorare la qualità e la quantità di informazioni fornite ai membri su reddito, bilanci e progetti e, così facendo, dare potere alle organizzazioni quando si tratta di prendere decisioni.
“Le cooperative sono imprese che hanno una doppia funzione, da un lato devono essere economicamente redditizie, competere sul mercato e farlo meglio delle imprese che cercano la redditività come obiettivo finale e, dall’altro, hanno bisogno di essere socialmente responsabili, contribuire a migliorare la qualità della vita dei nostri membri ed essere fedeli al nostro principio di impegno nei confronti della comunità e della società nel suo complesso”, ha affermato Guarco. E’ possibile ascoltare il discorso del Presidente dell’Alleanza per intero.
 
World Co-operative Monitor
L’International Co-operative Alliance ed Euricse, l’Istituto Europeo di ricerca sulle imprese cooperative e sociali, ha pubblicato il sesto Monitoraggio sulle cooperative mondiali. La pubblicazione riporta le più grandi organizzazioni cooperative e mutue del mondo, fornendo una classifica delle prime 300 e un‘analisi settoriale basata sui dati finanziari del 2015.
Il World Co-operative Monitor del 2017 ha raccolto dati per 2.379 organizzazioni provenienti da 8 settori di attività, di cui 1.436 con un fatturato superiore a 100 milioni di dollari. Le prime 300 cooperative e mutue riportano un fatturato totale di 2,16 miliardi. Le 300 principali cooperative del mondo operano in diversi settori: assicurazioni (41%), agricoltura (30%), commercio all’ingrosso e al dettaglio (19%), servizi bancari e finanziari (6%), industria e servizi pubblici (1%), sanità, istruzione e assistenza sociale (1%) e altri servizi (1%).
 
Tutte le iniziative di #coops4dev sono state trend su tutte le piattaforme social durante la Conferenza Globale. Se vuoi unirti alla conversazione sullo sviluppo cooperativo internazionale, segui l‘hashtag #coops4dev su Twitter e Facebook per gli ultimi aggiornamenti sulle nostre attività a livello internazionale.